Review: Bayonetta

As notas da Famitsu foram compradas? Bom, as nossas não...

Quando Devil May Cry veio ao mundo em 2001, o mundo conheceu um novo conceito de jogo de ação com uma jogabilidade mais aberta deixando o jogador fazer o que quiser na hora da pancadaria.

Mas com o tempo o jogo ficou um pouco limitado, então a Sony lançou God of War em 2005, um jogo totalmente destrutivo e totalmente livre, porém em 2009 quase vésperas de Natal o mundo conheceu Bayonetta o novo game da Sega  do mesmo diretor de Devil May Cry e do grandioso e esquecido Viewtifull Joe que é uma fusão supimpa de DMC com GOW.

No jogo você controla Bayonetta uma linda bruxa que tem a difícil missão de desvendar o seu passado, bem isso é motivo pra fazer guerra contra os anjos. Sim, neste games ao invés de demônios você encara o lado oposto deles.


Jogabilidade:

999 hits em um só inimigo? Tudo possível a uma boa jogabilidade.

Em DMC a jogabilidade é ótima, porém você ainda se sente fechado, pois dependendo do inimigo nem todos os combos são possíveis  já em Bayonetta a coisa é bem diferente você tem três botões de ataque  e um de esquiva. Isso já é motivo para você ter livre arbítrio em seus combos, você pode realizar até 999 hits sem muito esforço e o melhor:  o controle fica inteiro…


Gráficos:

Comparando com DMC os gráficos são iguais, mas Bayonetta aborda uma temática mais animação japonesa em seus traços. Os cenários são quase os mesmos passando por catedrais, ruas e até o inferno e o paraíso tudo bem detalhado e com uma boa taxa de frame sem deixar nada cair.


Enredo:

Em DMC a abordagem é um pouco mais séria com um conteúdo mais maduro assim por dizer, bem digamos que os personagens estão mais sérios em DMC 4 do que em Bayonetta, pois em Bayonetta o enredo tem seu lado sério, porém é mais puxado a um lado irônico com direitos a piadas de humor negro e  cenas irônicas com direito a comédia erótica.


You want touch me?

Sim, você quer tocá-la.

Esta é a frase clichê de Bayonetta bem digamos que você no controle de Bayonetta é invencível sem dúvida alguma, mas tudo isso tem seu lado oposto, no controle de Bayonetta é possível realizar infinitos combos, adquirir diversas armas, realizar upgrades que deixam você mais forte ainda, porém na hora da batalha os inimigos não são fracos.

Com um ou dois golpes você pode cair fácil, então neste jogo podemos concluir que não é só apertar botão tem que ter um pouco de raciocínio na hora de lutar esquivar – se na hora certa auxilia muito na hora de definir quem vence ou quem perde.


The Witch Time.

Em DMC você vira um demônio, em GOW você vira um deus ou um titã já em Bayonetta você controla o tempo podendo deixar as coisas lerdas ou rápidas tudo isso é possível quando você esquiva de um golpe na hora H porem se vacilar o jogo faz com que o inimigo de uma espécie de critical hit e sua barra de energia vai embora.


Torture!

Que tal usar a gilhotina nos seus inimigos? Fique à vontade...

Em Bayonetta é possível surrar seus inimigos até a morte, mas caso queira incrementar algo mais hardcore no seu combo encha sua barra que se localiza em baixo da barra de energia e faça algo digno de fatality. É possível fazer seu inimigo cair em uma dama de ferro (um caixão com espinhos dentro)  ir para guilhotina e até puxar de não sei onde uma moto serra e brincar de Jason!


O lado God of War das coisas:

Bem, Bayonetta sem duvida alguma é um jogo que teve influencias vindas de DMC e GOW tanto no quesito jogabilidade quanto no tema que o jogo aborda que no caso é luta contra divindades. Bem mas não é só nisso que temos de aparência temos também inimigos grandioso como dragões (não é bem um dragão, mas tem suas características) gigantes com machados imensos (da pra adquirir a arma depois que mata) etc… Contudo o jogo também tem aqueles clichês de socar o botão para realizar algo e aqueles momentos que tem que apertar o botão na hora certa diga realizar um salto ou esquivar-se de algo.


O Poder da Lua:

Reparem que a lua está na capa do jogo. Precisa dizer que ela é importante?

A lua é algo bonito de se ver em Bayonetta e através dela é possível fazer algo inesperado vindo deste tipo de game: andar na parede! Sim se um raio de luz lunar tocar em seus pés é possível até o teto alcançar (que poético!), neste caso não tem nenhuma restrição é possível subir pelas paredes literalmente e a câmera não atrapalha em nada.


Conclusão:

Com um enredo ótimo, jogabilidade impressionante e gráficos belíssimos o game  da Sega é motivo para qualquer aderir os console desta nova geração, pois o game é para PS3 e X Box 360.


Análise:

Gráficos: 10

Jogabilidade: 10

Diversão: 10

Geral: 10


Outras notas:

Famitsu: 40/40

IGN: 9,5

.

Conclusão

Jogão! Mas se tudo o que foi dito anteriormente ainda não te convenceu da qualidade de Bayonetta aqui vai um trailer do jogo, mas se isso não for o bastante, bem, compre um console da nova geração e vá jogá-lo.



Anúncios

4 Comentários

Arquivado em Games, Lançamentos, Reviews

4 Respostas para “Review: Bayonetta

  1. Pingback: Review-Bayonetta : Sysmaya

  2. SLinG

    o Diretor do jogo disse q Bayonetta é mais que uma evoluçao do Devil May Cry …. ENTÃO É FODASTICO+

  3. fallout

    sem duvida ….mas fall out é melhor.

  4. Anônimo

    ahh mais não e mesmo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s