Retrô – Legend of Zelda: The Minish Cap

Lançado em 2004/2005 este jogo foi uma despedida honrosa do GBA.

Fazia tempo que queria fazer este retrô deste jogo que foi lançado em 2004 (Japão) e 2005 (EUA), mas achava que não estava pronto para redigí-lo por uma simples razão: não havia jogado este game o bastante. Apesar de todos os meses que passei jogando-o nunca era o bastante sempre havia coisas e mais coisas a se descobrir e a se fazer. Quando achava que o game ia seguir o caminho do mais do mesmo o jogo se auto-renovava.

Enfim, para escrever este retrô tive de jogar este game até o final. Foi difícil, mas não impossível: terminei o Zelda mais desafiante que já conheci apenas para escrever este retrô. espero que as horas e os desafios tenham valido de algum conhecimento que se converta em texto aqui, senão, bom… valeu a jogada assim mesmo.

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A lenda

 

A lenda de Hyrule conta sobre um tempo em que elfos e seres pequeninos se uniram para evitar o fim do mundo.

O game começa no festival dos Minish em Hyrule, o festival acontece a cada ano para relembrar os feitos de um herói humano que derrotou um grande demônio utilizando-se de uma espada fabricada pelos Minish. Os Minish são um povo minúsculo que habita o reino de Hyrule mas não podem ser vistos por eles devido ao seu tamanho ínfimo.

Diz a lenda de Hyrule que o portal que divide o mundo dos humanos e o reino dos Minish é aberto a cada 100 anos, e devido ao longo tempo que se passou entre o tempo daquele herói que lutou contra o demônio e os tempos atuais, tudo acabou virando lenda. Mesmo aquele povo Minish já estava sendo considerado como um mito antigo do povo de Hyrule.

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A chegada de Vaati

 

Link se une ao chapéu falante Ezlo em busca dos quatro elementos

O festival ia seguindo tudo bem, a princesa Zelda e o jovem Link se divertiam juntos até que os guardas do rei anunciam que o vencedor do torneio do festival iria receber o prêmio do próprio rei. Quando o campeão aparece, eis que ele se revela, seu nome é Vaati. Antes que qualquer um possa se dar conta do que acontece Vaati utiliza seus poderes e transforma a princesa numa estátua de pedra.

Resta a Link ir atrás dos Minish e da espada lendária que pode trazer a princesa de volta e de quebra vencer o vilão que acabou libertando estranhos seres por todo o reino de Hyrule.

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É Zelda das antigas!

 

Eis o momento em que Vaati se revela como o grande vilão do game!

Todo o jogo lembra um pouco de cada Zelda antecessor a ele. As figurines de Wind Waker estão lá, a necessidade de trocar itens a todo o tempo como em Link’s Awakening também está lá, o visual é o de A Link to the Past e até mesmo a ocarina está presente no jogo. É praticamente uma homenagem a toda a série Zelda até então.

Mas não pense que no jogo tudo é um retrocesso e uma homenagem ao glorioso passado da série não. Itens novos estão lá para diversificar as coisas. Desde o Gust Jar (muito útil e versátil), até a Roc’s Cape. Tudo é feito de modo a ajudar o jogador na hora certa. Apesar do uso das coisas parecer ser pré-determinado, muitas vezes é possível se surpreender com o uso que cada instrumento pode ter.

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Aspectos técnicos

Os gráficos são muito bons, dignos de um game Zelda.

Os gráficos (belíssimos) dão um show à parte, hora nos cenários mais verdes das florestas de Hyrule, hora nas montanhas de Mt Crenel. O tom com que as cores são apresentadas também agrada muito, o verde das folhas dão um toque especial, afinal esta é uma aventura sobre “elfos” não é mesmo?

A trilha sonora apesar de ser repetitiva, não enjoa, pois dá o clima necessário a cada momento, às vezes com suspense, às vezes com calmaria. Parece que o time que desenvolveu a trilha sonora estava mesmo muito inspirado e trabalhou em conjunto com o time de desenvolvimento.

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O chapéu fala…

 

Ezlo pode até falar pelos cotovelos, mas as vezes ele fala o óbvio que você não tinha pensado.

A dificuldade dos puzzles já é conhecida pelos fãs da série, hora frustrantes, hora frustrantes. Nâo me entendam mal, mas às vezes as coisas ficam tão difíceis que dá vontade de desistir de vez do jogo. Pelo menos Link conta com uma ajuda toda especial: Ezlo. Ele é o chapéu que Link tem na cabeça.

Ezlo pode parecer chato e muito falante as vezes, mas é ele que dá o toque mágico ao game, pois ele dá dicas preciosas no caminho, sendo ele a ensinar Link como entrar no reino dos pequenos Minish (que afinal não eram uma simples lenda), além de também ser de Ezlo as principais sacadas de como Link pode transformar sua espada na toda poderosa Four Sword juntando os quatro elementos.

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O Objetivo

Obviamente você terá de salvar a princesa de sua prisão interna, mas não antes de descobrir como fazer isso. Antes de mais nada Link precisa adentrar o mundo dos minish. Isso acontece no início do jogo, então não é nada difícil. Chegando lá é que sua missão é realmente dada.

Apesar de pequeno na versão minish, Link ainda tem gás para derrotar qualquer inimigo, principalmente os mais fracos.

Como a Four Sword original (ou Piccori Blade) está quebrada, cabe a Link dar um jeito de consertá-la, mas para isso é necessário que ele encontre os quatro elementos de Hyrule, são eles: terra, fogo, água e vento respectivamente. Para isso ele precisa ir até os cantos mais hinópitos de Hyrule para resgatá-los. Isso significa entrar em pântanos, escalar montanhas, entrar num santuário debaixo d’água e um lá nas nuvens, além é claro de entrar no palácio dos Minish.

Após passar por vários puzzles, Link ainda precisa derrotar os chefões que guardam os elemntos. Ao derrotá-los, o elemento é seu, daí é só entrar no santuário elementar que fica no castelo de Hyrule para fortificar sua espada. Com os quatro elemntos upados na espada ela se torna a Four Sword e com este poder tentar derrotar Vaati e curar a princesa de seu encárcere.

Horas e mais horas

As dungeons não são tão grandes, mas só de ficar travado em alguma porta o jogador acaba tendo a obrigação de ficar várias horas dentro de uma até resolver o puzzle. Por falar em tempo, o jogo não é imenso, mas também não é vapt vupt. Tudo depende de se o jogador pode resolver as coisas rápido, apesar das idas e voltas que o game te obriga a fazer a partir do terceiro elemento. Os chefes também não são difíceis, cada um tem o seu próprio jeito de morrer, sendo que o uso dos itens define quem fica de pé no final do entrevero.

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O grande vilão

Este é o vilão da trama. Vaati, sentiu a maldade ao redor dele?

O que mais falta falar do jogo? A sim, o vilão. Vaati é um cara estiloso, maldoso e poderoso, tudo o que um grande vilão preza, não bastasse isso ele consegue ser muito apelativo nas batalhas contra o herói. É ele que protagoniza momentos épicos na aventura, como transformar todos os habitantes do castelo em pedra, tomar o lugar do rei ou mesmo o simples fato de ter transformado Ezlo num chaéu falante e chato.

Vaati realmente merece uma menção honrosa no time dos maiores vilões da história, afinal de contas fizeram um belo trabalho com ele. Nada de sentimentalismo bobo ou apego ao passado, com Vaati tudo é questão de adquirir poder e controlar o mundo. Vale também ressaltar que a batalha final contra ele (a última mesmo, pois ele rescussita depois do primeiro confronto), é quase impossível de vencer, ainda mais se o jogador estiver com pouco life. Vaati não facilita em nada, cabendo ao jogador destreza e muito reflexo.

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Conclusão

Conclusão? Compre!

O nome Legend of Zelda: The Minish Cap não é à toa. No final o jogador entende o real significado do nome. Só falta dizer uma única coisa: o game é sencacional, vale cada minuto jogado. Poucos se arrependerão de gastar algumas horas com ele, pois a diversão é garantida assim como uma boa dose de boa história aliado a uma jogabilidade impecável.

Minish Cap é um game laçado em 2004/2005 para GameBoy Advanced, sendo ele um fruto da parceria Nintendo/Capcom.

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9 Comentários

Arquivado em Games, Retrô

9 Respostas para “Retrô – Legend of Zelda: The Minish Cap

  1. Leandro

    Deu até vontade de jogar

  2. allyson

    depois que conseguir termina a 2 missão eu n conseguir resolver mais nada e fico rodando no jogo hrs e hrs como eu fasso pra chegar em hyrule e consegui passa pela porta da cascata?

  3. Grilo^^

    Eu já passei o jogo todo, e gostei imenso!! 😀

  4. ana

    vc nem sabe jogar

  5. alguem podera dar uma ajuda para passar o 3 elemento

  6. eduard

    so eu ja finalizei e coloquei um video no you tube de um video deu finalizando

  7. eduard

    e muito faciu

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