Hands-On

Descubra se os jogos do momento são bons ou não...

 

  Bem se inicia aqui uma nova seção no qual irá dizer se alguns games de um tempo pra cá são bons ou não.

Não serão só lançamentos analisados, mas também jogos antigos de outras gerações ou desta atual. Nesta primeira edição vamos a quatro jogos que joguei no período do dia 1 de Janeiro ate o início de fevereiro. Confiram ^^. 

Ninja Blade (XBox 360 / PCs) 

Enquanto Ninja Gaiden 3 não vem...

Neste game criado por uma produtora independente você controla Ken Ogawa um ninja todo metido que tem a difícil missão de acabar com uma ameaça viral que cerca a cidade de Tokyo ambientada no futuro de 2015.  

Porém, apesar do enredo interessante o game peca por muitos aspectos que faz dele um game mediano, aspectos como a jogabilidade que nada mais é uma copia não muito barata de Ninja Gaiden da Tecmo, mas isso por um lado é bom, pois se você esta cansado de NG e gostou do gênero aqui encontra-se um prato cheio. Prosseguindo: com a jogabilidade a coisas bacanas como upgrades da suas habilidade e customização da roupa do ninja, porém nada que faz o game ser grandioso, há também certos momentos God of War em que se deve matar o bichão e apertas certos botões para finalizar a luta tudo isso com muitos clichês e pouca originalidade.  

Outro aspecto não muito interessante é a parte sonora, as músicas do jogo não combinam com o clímax da ação, porém tamanho erro é recompensado com a ação intensa. A única coisa bacana é a dublagem lembrando muito animações japonesas.  

Na parte gráfica a equipe de character designer não pecou na hora de criar os personagens, porém na criação dos cenários de fundo não há muito beleza a se ver, pois aparenta ter sido feito as pressas e não muito trabalhado.  

Nota: 8  

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Divinity 2: Ego Draconis (PS3/PC/360)

Jogue apenas se não tiver mais nada para jogar...

Bem quando eu vi a capa do jogo esperava um game ao estilo de Fable 2 com gráficos ótimos e enredo bacana porem minha decepção foi maior que o preço do game.  

O game possui uma historia básica você cria um Zé ninguém e customiza do jeito que você quiser e sai em mundo desolado fazendo diversas quests. A idéia já foi feita em inúmeros jogos como Diablo e Fable mas sempre tem aqueles que tentam fazer algo parecido ou melhor.  

Na parte da jogabilidade o game é um fiasco o seu personagem possui uma movimentação de se rachar o bico parece até que ele tem algo na bunda como formiga, pois ele andando é muito engraçado e se ele andando já é um problema vocês nem querem ver a luta. Outra parte ruim do game é que você é fraco e o resto do mundo é forte  e o game não dá missões fáceis para você ficar forte com o tempo ele simplesmente lhe dá objetivos impossíveis fazendo você levar o estoque todo de  poção de cura e rezar para não morrer.  

Na parte gráfica é outro problema o game parece que foi feito no PS2 e convertido para esta plataforma e os cenários possui um grande índice de serrilhamento e conforme a quantidade de inimigos na tela o game parece perder mais ainda a qualidade causando diversos slowmotions e queda brusca nos frames.  

O game tem um lado bom o som. As musicas tem uma colocação muito bem representada e todas são temáticas com o clima medieval, contudo isto não salva o game.  

Nota: 5  

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Darksiders (PS3/PCs/360)  

Um dia teremos algo melhor que GoW…

Diretamente dos estúdios da THQ, Darksiders vem para mostrar que é possível fazer um God of War sem ter muita verba.  

No game você controla um dos cavaleiros do apocalipse um ser metido chamado Horseman (Apesar do nome ele não é um cavalo) a sua missão é acabar com os demônios e os anjos que estão conspirando contra o Apocalipse… bem mais ou menos isso tem muita trama para contar.  

Apesar do enredo até que bacana o jogo nada mais é do que um GoW, pois possui uma mecânica muito parecida e ação é constante como no game do Sony, a jogabilidade do game é bacana com diversos tipos de ataques e auxiliamento na movimentação. Uma coisa bacana é que basicamente tudo que esta em GoW tem o jogo ou seja não é muito difícil de aprender jogar o game,outra coisa legal é a exploração enquanto em GoW você tem somente um espécie de arena para lutar contra os inimigos em Darksiders você tem uma cidade para explorar com muitos itens e lugares onde se acumulam experiência para fazer upgrades em suas armas que por sinal tem um grande pacote.  

Na parte gráfica o game não peca com um cenário bem retratado ao apocalipse tudo é bem macabro e destruído com uma grande parte temática, na  parte do designer gráfico dos personagens tudo é bem feito e detalhado e os personagens parecem que saíram de uma revista de quadrinhos como Conan.  

Na parte sonora o game é razoável e momentos em que a musica toca apenas para fazer o fundo e muitas vezes nem da emoção nas batalhas, mas é apenas um detalhe a se recompensado com a grande ação do game.  

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Nota: 8  

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The Saboteur  (PS3/360/PCs)  

EA junto com Pandemic fala pela primeira vez de nazistas sem mencionar a medalha de honra.

Em The Saboteur você encontrara  um universo bastante explorativo e bem representado ao tema nazismo, porém ele simplesmente a fusão de muita coisa que já vimos.  

No game você controla Sean um ex mecânico que deixou de ser mecânico e piloto ao participar de uma corrida e perder por trairagem sendo assim ele tentar se vingar, mas acaba tendo sua família assinada pelos nazistas e na sua ira de vingança ele se alia a uma pacata resistência.  

Apesar do enredo promissor  o game nada mais é do que GTA com pegadas de Assassin’s Creed, pois na parte de jogabilidade é possível ir para qualquer lugar de Paris junto com a possibilidade  de escalar qualquer prédio  como no jogo da Ubisoft. Mas tal mecânica é muito bem trabalhada e não deixa a desejar sendo assim um dos grandes trunfos do game.No game você definitivamente terá que sabotar os nazistas é possível implantar explosivos em antenas de comunicação , matar os generais  sem ninguém perceber sua presença , disfarçar-se de soldado e entrar nas instalações alemãs ou seja é um bom game para se jogar e passar mais de vinte horas de pura ação e aventura.  

Na parte gráfica o game não pecou, mas resultou em uma qualidade bastante mediana com cenários bem renderizados, mas como poucos detalhes porem no designer dos personagens o game leva um ponto forte, pois tudo é bem realista e bonito.  

A trilha sonora talvez seja a mais bela de todos os games desta seção com uma temática bem da época onde tocasse na radio boleros da França e é possível até escutar os discursos do tiozão de bigode. Nos efeitos sonoros as explosões são bem  construídas e o tiros vindo das armas tem uma boa colocação sendo assim um dos pontos fortes do game.  

Nota: 8.5

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1 comentário

Arquivado em Games, Reviews

Uma resposta para “Hands-On

  1. Luiz [Digimon Kaiser]

    O David Jaffe (criador de God of War) tinha postado em seu blog que gostou de Darksiders e acha que o jogo será uma franquia muito grande.

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