Hands-On + (Retrô)

Bem que hoje está mais para retrô hein...

Hoje invado a sessão Hands-On para falar de dois jogos portáteis totalmente distintos. Um é uma coletânea de jogos bem antigos. Outro é o que chamamos de revisão futurista de um jogo antigo. Um se deu bem, o outro não. Ambos foram testados somente na versão PSP, afinal de contas praticidade é tudo! Portanto acompanhem este H-O.

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Gradius Portable

Lembram dos lendários Moais...

Sempre fui um fã assumidos dos “jogos de navinha” e sendo assim creio que Gradius sempre foi o rei do gênero. Quero dizer jogos de navinha são divertidos por causa do equilíbrio entre upgrades legais e chuvas infinitas de tiros vindos de todas as partes. Talvez por isso tenha resolvido dar uma chance a Gradius Portable, um jogo lançado em 2006 para PSP.

O game em si é uma coletânea contendo Gradius 1, 2, 3, 4 e Gradius Gaiden. Todos esses são escolhidos na tela de menu principal do jogo que ainda tem uma opção bem legal de galeria de vídeos e músicas dos jogos acima. Digo que Gradius Portable nada mais é que a galeria de vídeos e imagens, pois tirando isso temos os cinco jogos de consoles antigos do mesmo jeito que eram antes. Uma boa adição no game foi a possibilidade de ir salvando o progresso ao longo da viagem.

Um ponto que deve-se levar em consideração é que os gráficos estão até melhorzinhos, sobretudo em Gradius 1 e 2. O mais viciante do pacote sem dúvidas é Gradius IV que veio direto dos árcades com gráficos muito bonitos e sons muito competentes. A jogabilidade de Gradius não pode ser discutida, pois é eficiente e nada complicada. Acredito que para os fãs do gênero e para os mais nostálgicos, Gradius Portable é um grande presente.

Acertou: Em trazer cinco jogos pelo preço de um.

Errou: Em trazer poucos bônus.

Nota: 8

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Thrillville Off the Rails

Pois é aqui o jogador está controlando a menina de camiseta rosa, e voc~e achando que seria "Deus".

Confesso que peguei Thrillville por acidente, mas daqueles acidentes inevitáveis. Na verdade estava procurando algo que remetesse aos tempos áureos de Sim Theme Park ou algo do gênero administração que não fosse Sim City. Dito isto é importante apagar os anseios de um passado distante e focar-se apenas em Thrillville, afinal ele é um jogo extremamente diferente de Theme Park.

A primeira diferença, e talvez a que mais me impactou, foi o fato de que ao invés de ser um Deus (analogia ao fato de que sempre controlamos uma mão ou flecha vinda do céu), em Thrillville eu controlo um personagem que escolho na tela de seleção. Depois de todas as traquitanas e trabalho de escolher o que quero e quem quero sou jogado num parque já prontinho com visitantes e tudo. Aí eu me pergunto “ué não era um jogo de construção?”.

Mas ei que a verdade vêm à tona. É sim um jogo de construção, mas com alguns objetivos diferentes de se criar um império do nada. Na verdade o objetivo do jogador é construir novos brinquedos e inspecionar o parque ao mesmo tempo. De fato, existe a possibilidade de construir coisas novas (em espaços pré-determinados) e depois brincar nos brinquedos e ainda conversar com os visitantes só para ver o que eles acham do parque.

Considero então que este jogo é uma fusão dos jogos de administração com The Sims. Mas a verdade deve ser dita. Os gráficos são até legais, mas é mais do que óbvio que o PSP pode fazer mais (muito mais), ainda assim os gráficos jamais me perturbam. Os sons também são mal produzidos, hora cansativos, hora irritantes. O que na verdade irrita são os mini games muito bobos, chagam a ser chatos. Além de que não existe aquela sensação de liberdade típica dos jogos “Tyccon”. Mas nem tudo são trevas em Thrillville, pelo menos o modo de criação de montanhas-russa é bem divertido e é possível fazer percursos insanos só para depois dar aquela experimentada na montanha recém construída.

Acertou: No modo de criação de montanha russa e personagens que lembram os Miis.

Errou: Em não dar toda a liberdade que se espera num jogo de construção.

Nota: 6,5

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