Top 10: As maiores Maiores Decepções de 2010

O ano de 2010 é coisa do passado, mas vamos revisitá-lo uma vez mais. O pessoal da IGN havia listado as dez maiores decepções do ano que se passou e resolvemos fazer uma tradução livre da matéria. Antes de ler fica a dica: não se importe muito com as decepções e com o que não deu certo em 2010, olhe para o ano que se passou e veja que ele foi recheado de boas inovações e novidades extasiantes.

Sobre a lista, ela não é de jogos ruins, mas daqueles que pareciam ser nota 10, mas acabaram ser apenas medianos, destroçando assim sonhos de fãs em todo o mundo. mesmo que tenham conseguido boas notas, estamos desapontados que eles não tenham feito aquilo que prometiam tanto em seus teasers oportunos. Quer saber quais são esses jogos que compõe o muro da vergonha gamer 2010? .

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10. Sonic the Hedgehog 4: Episode I

Após anos esperando por uma verdadeira sequencia de Sonic the Hedgehog 3, eis que a Sega revela seu novo game do ouriço, desta vez sem dublagens porcas, sem 3D deficiente, sem erros, enfim um Sonic como costumávamos gostar: correr e pular, sentindo a velocidade na faze e os ventos nos cabelos (?). Como poderia dar errado?

De fato Sonic 4 é um game aceitável, mas não é bem o que os fãs esperariam de um novo Sonic em 2D. Ser aceitável não é o bastante para um jogo com o nome Sonic, tem de ser espetacular! Ser o melhor Sonic em anos ainda não mascara o fato de que a Sega podia fazer melhor. Mas a grande mancada foi a insistência por um jogo por download. Aposto que muita gente que queria jogar, simplesmente não o fez por falta de uma rede boa o bastante e acessível no Brasil.


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9. PlayStation Move

Não é exatamente uma novidade para a Sony uma mudança tão drástica na interface de um console, a prova disso é que a EyeToy sempre esteve em liquidação por anos. Mas é indubtável que a Sony fez um grande trabalho com o Move! Foi uma bela espécie de upgrade no WiiMote, porém mais preciso.

Contudo devemos dizer que estamos desapontados com a experiência que tivemos até aqui. Nenhum jogo compatível ou feito especialmente para o Move é convincente o bastante para justificar a compra do acessório. Parece tudo uma resposta ao Wii Mote sem nenhuma preocupação em fazer algo muito melhor que o concorrente. Não há um jogo matador ainda, talvez em 2011… Dizem que são os jogos que fazem o sucesso ou a derrota de uma plataforma, se for verdade o Move precisa de bons jogos rapidamente.


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8. Lost Planet 2

Lost Planet 1 era sensacional, talvez uma das melhores franquias novas desta geração. Daí a Capcom fez um reboliço todo com teasers de Lost Planet 2, nos fazendo acreditar que o modo co-op em multiplayer seria uma obra de arte. Assim Lost Planet 2 entrou direto para nossa lista de desejos como um dos games mais esperados da temporada. Mas foi uma bola fora.

Lost Planet 2 não apenas falhou em trazer um gameplay inovador como também conseguiu dar passos para trás em vários aspectos, por exemplo, a jogabilidade em si foi prejudicada por um sistema de controles complexo, já a dificuldade do jogo mostrou-se demasiada incontante, ou seja, desbalanceada. No modo offline tudo bem, mas no modo online a dificuldade do jogo é corrompida por causa de um design burro. A prova de que Lost Planet 2 foi um fiasco foram suas vendas inexpressivas…


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7. Kane & Lynch 2: Dog Days

Aqui temos outra sequência que parecia ter tudo para fazer melhor que o original. Visualmente impecável, Kane & Lynch 2 possui efeitos de câmera impressionantes, traços nada menos que hyper realistas, contudo não há como negar que este jogo sofre com seu gameplay deficiente.

Infelizmente o gameplay de K&L 2 resume-se a juntar um sistema de cobertura que não funciona com inimigos lerdos demais para bolar estratégias para pôr uma cobertura abaixo. Muitas críticas poderiam ser feitas, mas o que precisa se saber é que este jogo é repetitivo em excesso, corrompendo uma bela direção de arte, é só mais um jogo que tinha grande potencial mas acaba indo para a sargeta.


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6. Crackdown 2

Se você tivesse 9 meses para criar e entregar um jogo completo aos seus contratantes é óbvio que você teria de cortar gastos se quisessem cumprir o prazo. Crackdown 2 é uma mostra de como uma sequência não deve ser feita, pois pega mais do que apenas alguns aspectos do título original, ou seja, praticamente a mesma cidade, algumas coresdiferentes e uma jogabilidade idêntica ao do 1º jogo. Daí ficamos a nos perguntar porque é que este jogo foi lançado mesmo?

A verdade é que ele não deveria ter sido lançado, não desta forma rápida e visando apenas lucros. Claro que uma infestação mutante foi uma idéia bacana, pois deixou o tom do jogo mais escuro, aumentou o sangue no jogo, mas sem um enredo aprofundado, estrutura e jogabilidade fazem deste uma das grandes decepções de 2010. Não pense que somos injustos, não há nada fundamentalmente errado com este jogo, mas uma sequência de Crackdown merecia tratamento melhor…


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5. Microsoft Kinect

Sim o Kinect é uma baita decepção. Antes de começarem a jogar pedras aqui vamos aos fatos: o acessório da Microsoft é de longe o hardware mais ambicioso desta geração, está vendendo tanto que a Microsoft teve de duplicar a sua fabricação e jogos como Dance Central estão agarrando o coração de quase todos os tipos de gamers. Mas ainda assim não podemos deixar de notar que o Kinect que foi lançado é absurdamente diferente do que foi mostrado na E3 2009. Aquele que fazia as tecnologias vistas Star Wars parecer tão “século passado”.

Claro que se o Kinect de hoje é um esboço do que nos mostraram em vídeo, muito desta responsabilidade se devem aos jogos lançados com o sistema. Muitos em sua maioria muito “4Kids” para o meu gosto, sim o lineup inicial não foi uma coisa assombrosa e os games revelados que sairão para daqui seis meses também não são nenhum motivo de orgulho. Talvez quando a poeira pós lançamento baixar, surjam alguns games realmente expressivos para o Kinect, pois mesmo sendo um esboço do que poderia ter sido, o acessório ainda é ambicioso e com grande potencial o bastante para provar que estávamos errados…


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4. Fable III

E aqui estamos de novo. Fable 3, assim como seus antecessores falhou em saciar o hype que todos ficamos após as declaraçõa de seus produtores e as capanhas de marketing perpetradas pré-lançamento. Não que Fable 3 seja ruim, longe disso, mas quando um produtor do calibre do Molyneux chega dizendo que acabou de criar o maior RPG de todos os tempos, nós esperamos que ele tenha mesmo feito O melhor RPG de todos os tempos e não apenas um bom RPG…


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3. Medal of Honor

Existe um ditado que diz: “Se você vai copiar o tom e a abertura de Modern Warfare, tenha certeza de que também o fará com toda a qualidade do jogo”, ou algo assim. Este ano, o reboot da marca Medal of Honor merecia um tipo diferente de viés, algo que os críticos e os jogadores ficariam muito felizes em ver.

A começar com toda a história polêmica envolvendo os Talibãs, alguns dizem que toda essa coisa de envolver clichês e violência deveria deixar de existir, ao menos no caso deste jogo seus produtores deveriam tomar cuidado ao tratar de grupos terroristas, mas se vão o fazer de qualquer modo que façam pra chutar a porta mesmo. Pois o fato é que o jogo não gerou nem 2% da polêmica que prometia e não foi um grande desafio para desbancar Call of Duty…


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2. Gran Turismo 5

Após seis anos e milhões de dólares investidos, eis que surge Gran Turismo 5. Valeu a espera? Para os fãs do gênero, sem dúvidas. Para todos os outros, no entanto, realmente temos que dizer que a Polyphony Digital está com problemas. Claro que o hype em cima de GT5 se deve a todos estes anos de espera regrados a teasers sensacionais, aprimoramento gráfico, etc.

A IGN deu ao jogo uma simbólica nota 8,5. O problema deste aqui não é se é um jogo bom ou mal, mas o fato é que assim como outros ele foi muito hypeado, com tanto tempo de espera nós queríamos um jogo mais do que excelente, talvez o melhor jogo do gênero e não apenas mais um jogo mediano.


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1. Final Fantasy XIII

Sem nenhuma dúvida FF XIII é a maior decepção do ano. A square prometeu tanto e entregou tão pouco. Uma abertura brilhante? Sim está no pacote, assim como as belas CGs que a empresa tão bem sabe fazer. Mas e quanto a jogabilidade? Linear demais.

Ser mediano não é suficiente para um jogo com a marca Final Fantasy. A série até então tem uma herança a zelar, um pedrigree, uma política de qualidade a ser mantida. Não nos culpe por criticar tão duramente FF XIII, culpe a Square que ignorou seu padrão de qualidade quando desenvolveu este jogo. Além da linearidade enervante ainda temos personagens tolos jogados de repente numa trama igualmente tola e confusa. Uma noção do que é FF XII é dizer que o que você fará durante 20 horas iniciais é andar em linha reta e apertar X.

Alguns dizem que esta foi uma bela mudança na série, uma mudança necessária na direção e que a arte faz esquecer o mesmismo. Mas o fato é que esperava-se muito mais de XII e esperamos que a Suqare revise de novo seus conceitos de JRPG para os próximos jogos da série.

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Fonte: IGN

2 Comentários

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2 Respostas para “Top 10: As maiores Maiores Decepções de 2010

  1. Pingback: Top 10: Os Jogos Mais Aguardados de 2011 « RevistaGames

  2. Falando em um sonic mais atual…
    Eu conheço um game do sonic chamado Sonic Fan Remix, que eu ainda não joguei direito mais parece ser bem interessante.
    Trata-se de fases basicamente idênticas às de sonic the hedgehog, mas com intensas diferenças no gráfico, o cenário é completamende modificado, adaptando-se a nova geração de games, mesmo sendo em 2D ele surpreende nossos olhos com a beleza das fazes em CG, cores vivas e um fundo bem interativo. Veja os requisitos necessários para que o jogo rode bem.

    Caso queiram testá-lo deixarei o link.

    http://www.baixaki.com.br/download/sonic-fan-remix.htm

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