Hands-On : Duke Nukem Forever

Ícone nos anos 90, Duke Nukem foi um dos personagens mais durões da velha guarda, sujeito mal, que sempre que surgia a oportunidade matava monstros e usufruía da mulherada.

Pois é, foram longos 11 jogos contando Spin-offs e quando surge o décimo segundo, encontramos o que queríamos (ou não) um jogo igual a velha guarda sem nenhuma modificação deixando bem claro que o que vale mais a pena é o humor negro e a ação quase frenética no jogo.

Talvez o maior problema de DKF, seja o longo tempo de espera para ser lançado, pois na época ele prometia ser inovador, mas a pergunta quando se joga o titulo é: inovou?

A resposta é clara: não. A jogabilidade é a mesma de qualquer jogo de FPS,  mas afinal este seria um grande crime? Pois alguns podem dizer que os “FPS’s não inovam há anos”. Mas a verdade é que alguns sim e outros não. Este é do time do “não inova e não funciona”. Existem veículos no jogo que poderiam ser grande coisa, mas é apenas elementos genéricos de outros jogos como Halo e Battlefield, não que seja algo ruim, mas se funcionasse da maneira como queríamos não seria algo a ser motivo de deboche, pois aqui os controle são imprecisos e bastante confusos.

Ação do jogo corre junto ao humor negro que é cheio de apologias a contravenções como uso de álcool e violência a toda prova. Estes, aliás, são os pontos fortes, pois há momentos engraçados no jogo. Mas é somente isso que posso dizer de bom sobre o jogo, além é claro que ele está bastante nostálgico.

Outro fato que dá vontade de vomitar e jogar a pobre mídia do jogo pela janela são os gráficos.

Texturas pobres, tanto pelo cenário como pelo designer dos personagens, existem alguns monstros grandões onde se encontram beleza. Mas o jogo em si é bem fraco e não há por que os produtores se orgulharem dele, afinal 14 anos foi tempo suficiente para superar qualquer FPS desta geração, mas no fim a impressão que se tem é que o jogo foi feito em 14 meses e não em 14 anos.

Pois é a espera acabou, ou melhor, começou, pois a partir de hoje vamos começar a esperar por outro jogo Duke Nukem que nos dará o prazer de dizer “Hail to the King, Baby!” por que neste aqui o rei está mais para bobo da corte.

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Análise:

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Gráficos

Alguns jogos de PS2 conseguem ser mais bonitos do que temos aqui, e não estou sendo severo o jogo é feio mesmo…

Nota: 4

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Jogabilidade

Controles ruins e completamente genérico, fazendo da jogabilidade defasada.

Nota: 4

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Produção

O humor salva.

Nota: 5

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Geral

Antes tarde Duke Nukem, essa frase é hilária assim como este game…

Nota: 4,3

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1 comentário

Arquivado em Games, Hands-On, Lançamentos, Reviews

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