Arquivo da categoria: Hands-On

Retrô : The Adventures of Lomax

A tela de titulo agrada bastante por mostrar um cenário vivo e muito bem animado...

Jogos de aventura 2D nos dias de hoje é algo extremamente raro,então a melhor forma de falarmos de um é ressuscitar um do gênero.

A bola da vez é um jogo spin-off da não tão conhecida serie Lemmings , sendo ele The Adventures of Lomax.

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Hands-On : Resident Evil Operation Raccoon City

Conheça o seu pior pesadelo... literalmente.

Fazia tempo que eu não postava algo nesta redondeza, hoje resolvi largar os ofícios da vida e postar algo nem que seja pra desabafar como é neste caso. Não é um desabafo qualquer é um desabafo bem justo, assim por dizer.

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[ClicCast #03] Comentando sobre The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D

Links comentados no vídeo:

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Hands-On: Batman Arkham City

Quando foi lançado em 2009, Arkham Asylum foi um game de respeito que contava a jornada do homem morcego em sua luta contra o crime. Dois anos depois e temos uma seqüência que supera o antecessor em todas as questões possíveis, sendo ele um dos melhores jogos deste ano.

A “cereja do bolo” em Arkham City é sem duvidas a história, pois ela consegue passar ao jogador o todo o clima de tensão e suspense que culminam até uma conclusão tão surpreendente que somente os jogadores de coração frio não se emocionarão com o desfecho. Continuar lendo

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[Hand´s On] Nintendo 3DS – Uma Maravilhosa Obrigação!

Olá pessoal, eis que o melhor dia de 2011 chegou. Não, não estou falando do lançamento de Uncharted 3 ou muito menos de algo que se refira a um console de mesa. Como o título diz, chegou o meu Nintendo 3DS e com ele a melhor, a mais incrível e inesquecível experiência que um gamer pode ter.

15/10/2011 – Esse foi o dia que finalmente voltei para os braços calorosos da Nintendo. Não se enganem, ainda amo meu PS3 e os seus concorrentes, mas não existe coisa melhor do que finalmente sonhar e poder jogar jogos tão queridos, sejam eles da série Zelda, Mario… enfim. Sabe, ao longo dessa semana fiquei pensando como seria feita a apresentação do aparelho, faria vídeos mostrando suas funcionalidades? Mostraria algum gameplay? O fato é que como destaque resolvi fazer esse post, não para me conter, mas sim para não ter em minha mente um tempo estipulado para falar dos pontos chaves. Falando em pontos chaves, vamos começar então, segue abaixo os pontos positivos e negativos do pequeno portátil da Nintendo. Enjoy! 😉

  • INTELIGÊNCIA – Você já deve ter percebido, mas além da função 3D e dos jogos, a Nintendo fez um excelente trabalho ao trazer para os consumidores uma interface inteligente, simples e muito intuitiva. Em poucos minutos você se acostuma com os menus e consequentemente com suas variadas opções. Problemas existem, mas não conseguem ofuscar nem 1% do plano geral.
  • FACILIDADE – Se você algum dia já teve um Nintendo DS, sabe que ao ligar o console pela primeira vez é dado um caminho para que seja realizada a configuração do aparelho. Bom, aqui não é diferente. Antes mesmo do Menu Principal, uma serie de perguntas é feita para colocar tudo em ordem, isso vai desde o preenchimento da data de aniversário, até a simples configuração de internet e por fim o bloqueio de algumas funcionalidades para crianças abaixo dos 7 anos.
  • CARINHO – Pode parecer estranho, mas esse é um grande ponto do Nintendo 3DS. Com uma interface tão limpa e intuitiva, conseguimos ver como o carinho da Nintendo prevalece nas telas. Exemplos disso pode ser visto nos mini-games do Street Pass, que colocam o seu Mii na história principal, em Face Raiders que coloca as suas fotos no menu principal do game e até mesmo na loja virtual. Quando uma compra é realizada, uma sacolinha laranja com olhos e boca, simplesmente lhe oferece uma saudosa reverência e em seguida diz em seu “balão de conversação”, Obrigado! – Algo simples, porém genial.
  • VISUAL – Talvez a expectativa da maioria dos jogadores esteja aqui. Pois bem, posso dizer de boca cheia que o Nintendo 3DS possui a tela mais linda e nítida que eu já vi em um portátil da Nintendo. Os gráficos por muitas vezes passam a impressão de algo em HD ou que esteja sendo reproduzido via um cabo componente, dificilmente você encontrará serrilhados e quando encontrá-los verá que são minúsculos em comparação com o poderio gráfico do portátil. Nesse momento estou jogando The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D, por muitas vezes fico impressionado com as texturas, com o visual visto de uma forma geral e, claro, com o 3D. Por outro lado, não existe exemplo melhor de medir a potência do aparelho do que visitando a Pokédex. Nesse aplicativo gratuito, temos a cada dia um pokémon novo para ser apreciado, e é ali amigos que você ficará espantado. Os pokémons são perfeitos, chegando a realmente questionar se o Nintendo 3DS seria ou não um portátil com poder gráfico semelhante a atual geração de consoles.  – (Não sei como andam as coisas, mas não tenho memória de ter visto algo assim no Nintendo Wii)
  • GAMEPLAY – A internet nos engana muito, ao ver fotos e vídeos você acaba tendo uma noção diferente de tamanho e peso. Olhando pessoalmente podemos perceber como o Nintendo 3DS é pequeno. Tenho 25 anos e mãos meramente grandes, porém mesmo assim vejo que me adaptei facilmente. Às vezes tenho problemas ao apertar as barras Left – Right, porém tudo se ajeita com o tempo. Com isso em mente vejo que o tal acessório com o segundo analógico não seria tão ruim assim. Não me entendam errado, até o momento não vi a necessidade de outro Slide-pad, porém vejo que a “pegada” seria bem mais firme para as minhas mãos. Afinal, pude comprovar isso ao jogar Zelda enquanto carregava a bateria, apesar simples, a base de carregamento foi de uma grande ajuda.
  • SOFTWARE – Se você for comprar um Nintendo 3DS agora, saiba que logo de cara você ganhará o jogo The Legend of Zelda: Four Swords e terá à sua disposição uma série de vídeos para serem apreciados, entre eles programas em 3D e vídeos comuns. Jogos como Super Mario 3D Land, Mario Kart 7, Luigi´s Mansion 2 e Paper Mario já possuem essa pequena prévia em 3D, e isso significa muito para as futuras compras. Um exemplo disso é Luigi´s Mansion 2, sempre gostei desse game, mas a sensação que ele passa é única até o momento. Temos aqui cenários dentro de mansões, sendo assim, quando olhamos com o 3D ligado temos a impressão que estamos diante de um cômodo de verdade, algo fantástico e muito imersivo.
  • TERCEIRA DIMENSÃO – Bom, esse é um ponto importantíssimo, porém saiba que ele o surpreenderá de qualquer forma. Aqui temos uma boa noção de profundidade, parece batido, mas a sensação é de olhar em uma janela e ver nela um mundo afora. Em Zelda por exemplo, até mesmo cenas internas das árvores ou do castelo, se mostram completamente diferentes, passando para você uma grande noção de largura e de distância. Ao ver o trailer de Super Mario 3D Land isso fica ainda mais potente já que o mesmo está sendo produzido do zero com a intenção de ser completamente jogado em 3D.
Segue abaixo os pontos negativos:
  • TERCEIRA DIMENSÃO – Sim, o efeito 3D do portátil é muito satisfatório, porém saiba que ele exibe alguns problemas. Como já disseram antes, você precisa estar de frente com o console para receber o efeito corretamente. Ao olhar para o lado, ao usar o giroscópio, ou até ao balançar a cabeça no ritmo das música de Hyrule, o efeito se perde e temos a sensação de uma imagem duplicada. Tudo volta ao normal rapidamente, mas ninguém que esteja ao seu lado conseguirá ver de forma correta o que você está vendo, é no geral algo suave e fácil de acostumar, mas querendo ou não acaba desabilitando qualquer função que exija o movimento do aparelho, entre elas estão os aplicativos em Realidade Aumentada e o Face Raiders. Outro ponto estranho fica exatamente na tela, temos em nossa mente o efeito 3D visto nos cinemas e em parques de diversão, onde objetos são jogados para fora em nossa direção. Aqui é exatamente o oposto, temos uma grande noção de profundidade, mas quando alguns objetos tendem a saltar para fora, nossa visão instantaneamente busca focalizá-los, deixando borrado todo o restante da imagem. Não é algo que estrague essa experiência, na verdade dura poucos segundos, mas fica claro que um limite entre a transição daquele mundo projetado e o nosso mundo existe.
  • LOJA VIRTUAL – Esse é um erro que pode ser corrigido, porém não sou o primeiro a ter a impressão de uma loja virtual bagunçada. Digo isso porque apenas fuçando bastante, você descobrirá as novidades, os programas gratuitos e consequentemente os aplicativos relevantes. Sem dúvida, fica claro que a Nintendo precisa melhorar, mas como temos aqui algo dinâmico, sempre existe a possibilidade de uma breve atualização melhorar as coisas.
Pode parecer estranho, mas os pontos negativos são ridículos. Talvez você esteja se perguntando:
Mas Ony, e as dores de cabeça, elas existem?
Sim! Elas existem, mas vai de pessoa pra pessoa.
No primeiro dia minha cabeça doeu um pouco, no segundo tudo já estava normal, porém meus olham estavam mais vermelhos. Enfim, é difícil dizer, mas acho um exagero dizer que esse tipo de opção é ruim ou impraticável. No final das contas, você apenas terá uma resposta definitiva jogando. Por outro lado, devo aliás ressaltar que tudo foi pensado e realizado com muita dedicação, tendo em mente a idéia de facilitar sua vida. Exemplo disso são as notificações diárias e o manual virtual, através deles qualquer dúvida existente é rapidamente sanada, deixando seu tempo livre para apreciar o conteúdo e se divertir.
Esse é sem dúvida o melhor console portátil que eu já vi, o melhor que eu já comprei e o que me trouxe a melhor sensação de satisfação. Ver em sua mão uma passagem para um novo mundo se criando é incrível, ter novamente a possibilidade de curtir esse clima mágico da BigN é mais fantástico ainda, porém, cabe aqui repetir uma nota mental:
  • Se você algum dia amou um jogo da Nintendo, se você algum dia percebeu como esses jogos podem fazer falta, você tem a obrigação de ter um Nintendo 3DS. A sensação de jogar em 3D é inesquecível, porém mesmo com esse modo desligado tudo brilha, deixando clara a realização de um sonho tão distante, ter jogos clássicos e novos definitivamente puros e completos, transformando o simples caminhar, ou melhor, a simples espera de um compromisso, em uma transferência mental para o paraíso. Como o título diz, essa é uma Maravilhosa Obrigação!
Por hoje é só isso que tenho a dizer, em breve farei um vídeo mostrando o Zelda, então fiquem de olho e comentem! 😉
Ah, antes que eu me esqueça. Se você tem um 3DS e quer me adicionar, vá até o Clictec e após o fim da lista de parceiros na página central, você poderá visualizar o meu Mii com o uso da Realidade Aumentada. Me adicione em sua lista de amigos, mas lembre-se, me avise, assim posso fazer o mesmo em meu 3DS. Abraços.

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[Hand´s On!] O Rei Leão – Edição Diamante em Blu-ray

Se você gostou desse vídeo, comente abaixo e dê a sua opinião. Se quiser ainda mais conteúdo relevante, veja então o meu depoimento logo após a saída do cinema 😉

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[Review] Dead Nation – O caos, a loucura e muitos zumbis!

Assim como Little Big Planet e Infamous, Dead Nation chegou ao meu console através de um problema grave que até onde sabemos afetou praticamente o mundo inteiro. Foi através do pacote Welcomeback que minha revolta foi amenizada, não foi totalmente preenchida, porém confesso que acabei tendo através desse jogo uma grande satisfação em ter um PS3 e consequentemente a Playstation Network de volta.

Vou tentar resumir em poucas linhas, mas é curioso ver como nessa situação toda prevaleceu o mais simples. No passado e até o momento em que baixei esses jogos tinha em minha mente que tanto Infamous quanto Little Big Planet me levariam ao alge, engano meu, foi no simples Dead Nation onde realmente consegui me distrair e assim ficar feliz pelo caos causado pelos hackers conhecidos apenas como Anonymous.

Little Big Planet acabou sendo muito previsivel, infantil e até mesmo sem sal em alguns momentos. Gostei, mas não vejo porque comprar a segundo game da série, acho que apenas terei uma nova experiência no PSP, experiência essa que apenas acontecerá mais uma vez através do pacote Welcomeback, afinal, se é de graça não custa nada testar.

Infamous por outro lado me agradou muito, tinha em minha mente um jogo sombrio e grosseiro, na verdade isso prevelace em alguns pontos, porém a aventura de Cole tem mais para oferecer, deixando nítida a vontade de seguir com em frente.

Sinceramente não vejo a hora de conseguir o segundo game, afinal a demo é uma das melhores que eu já vi.

Bom, vamos ao que realmente interessa.

Logo de cara preciso falar que Dead Nation foi uma grande surpresa, desde seu lançamento me chamou atenção, fez com que eu gostasse da sua temática e do visual, porém nada que podia ser visto em vídeos tinha me feito comprar um PSNCard e assim adiquirir o game. Que seja, hoje os problemas foram resolvidos, como disse antes, vi aqui algo totalmente inesperado, algo que ofuscou parcialmente os outros dois jogos e fez com que o gostinho da nostalgia prevalecesse e reinasse durante toda essa campanha.

Veja bem, nunca fui um fã desse estilo de jogo, na verdade fui até onde pude para evitá-los. Tudo por um simples e poderoso motivo, Contra.

Mas espera ai! Nesse exato momento você deve estar pensando, mas Contra não é igual a Dead Nation.

Na verdade você está certo, não é igual, mas pense bem, toda sua base é a mesma. Munido de armas o que vale em cada jogo é a agilidade e a inteligencia para lidar com ordas e ordas de inimigos com apenas em mente o objetivo de chegar no fim de cada fase, sendo zumbis ou não isso realmente não importa, ambos apenas querem te matar, às vezes conseguem, mas assim que uma brecha se abre vem a alegria de ter completado o caminho árduo.

Além disso, Dead Nation agrada por sua variedade. Apesar da visão ampla e aérea tudo fica desafiador quando categorias de inimigos são adicionados durante a jornada. Temos zumbis comuns, lentos e mortos de fome. Os rápidos que aproveitam as brechas do combate, entre elas o carregamento das armas e até mesmo a escassez de iluminação. Temos os zumbis gordos, alguns que se tornam mais difíceis de matar e outros que funcionam como uma bomba, afetando tudo que esteja no seu raio de explosão. Temos os mostros saltadores e outros que aproveitam da sua agilidade para dilacerar o jogador com suas lâminas, ambos difíceis no início, porém acabam ficando inofencíveis diante de uma Machine Gun apropriadamente calibrada. Talvez o mais complicado seja os mostros gritadores, em sua essênsia são inuteis, porém com seus gritos chamam e direcionam para o combate qualquer inimigo que esteja no cenário, nesse caso apenas a habilidade e muitos explosivos podem te salvar.

É estranho dizer, mas a melhor parte de Dead Nation é a sua engine. Não estou me resumindo apenas aos gráficos que no geral são ótimos, mas sim ao seu sistema de iluminação e aos detalhes implementados em cada cena e a cada momento. Além dos efeitos do clima que querendo ou não atrapalha a visão, a iluminação da lanterna presente em cada arma faz com que tudo fique ainda mais desafiador. É lindo ver as sombras de cada elemento se projetando nas paredes e carros, é ainda mais gratificante brincar com as luzes estáticas de cada cenário, o efeito é tão interessante que muda a cada movimento a densidade e o tamanho das sombras, tudo levando em conta a posição do personagem. Ser encurralado, ou melhor, ser surpreendido por trás é apenas o início da brincadeira, em alguns momentos o que sobra em suas mãos é apenas esse foco de luz, obrigando ao jogar ser criativo e estratégico, tudo para não morrer e consequentemente voltar ao início da fase.

O som é outro ponto alto do game, apesar de simples é tão poderoso que trás ao jogador o som de cada bala disparada e até mesmo o dano realizado em cada inimigo. Em alguns casos os sons acabam sendo mais leves, em outros pode-se notar claramente a explosão do crânio oco presente nos mais bizarros e magrelos zumbis.

Talvez, e isso não é um problema, Dead Nation não seja muito feliz ao ser jogado em Home Theater. Isso por ter ao longo de sua jornada sons altissimos que querendo ou não podem causar uma bronca de seus pais, da sua namorada e até mesmo de seus vizinhos. Por outro lado, se apodere de um fone de qualidade e seja feliz.

A história não é fraca, porém não é a melhor coisa que você receberá aqui, tem seus pontos altos, é interessante mas lá no fundo não faz diferença alguma, o que realmente prevalece e motiva o jogador é o gameplay e a satisfação de ter cumprido com seus objetivos, ou seja, sobreviver. Exemplo disso é a distancia entre você e o personagem principal, apesar de estar controlando ele(a) e ver cut-scenes com sua cara a todo momento, é quase impossível criar um elo de preocupação ou até mesmo de carisma, deixando claro que ele(a) apenas está ali porque algo deve ser controlado.

É curioso, mas Dead Nation é o primeiro jogo que tenho que foi criado e direcionado para a Playstation Network, tem em sua base um gameplay fantástico, desafiador e bem interessante. Se não me engano possue Co-op online e offline e vários troféus para serem coletados, é sem dúvida um ótimo game, mediano em algumas partes (Cut-Scenes), em outras nem tanto.

Dead Nation é brilhante, se revela ao trazer um ótimo gameplay e ao usar efeitos interessantes, é uma mistura bem dozada do clássico com o novo. Dead Nation é um jogo muito bom, eu recomendo!

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